Demografia

Porcentagem da população Russa

    A população russa é divida da seguinte maneira:

        80,9% Russos;

        3,87% Tártaros;

        1,41% Ucranianos;

        1,15% Basquírios;

        1,05% Chuvaches;

        1,04% Chechenos;

        9,72% Outros;

    A população russa chegou a 148.689.000 em 1991, pouco antes da dissolução da União Soviética. Ela começou a experimentar um rápido declínio a partir de meados dos anos 1990. O declínio desacelerou para a quase estagnação nos últimos anos devido à redução das taxas de mortalidade, o aumento das taxas de natalidade e o aumento da imigração.

 

    Em 2009, a Rússia registrou um crescimento da população pela primeira vez em 15 anos, com crescimento total de 10,5 mil. 279.906 migrantes chegaram à Federação da Rússia no mesmo ano, dos quais 93% vieram de países da Comunidade dos Estados Independentes (CEI). O número de emigrantes russos declinou de 359.000 em 2000 para 32.000 em 2009. Há também uma estimativa de 10 milhões de imigrantes ilegais das ex-repúblicas soviéticas vivendo na Rússia. Cerca de 116 milhões de russos étnicos vivem na Rússia e cerca de 20 milhões moram em outras repúblicas da antiga União Soviética, principalmente na Ucrânia e no Cazaquistão.

 

Constituição russa

 

    A Constituição russa garante cuidados de saúde livres e universais para todos os cidadãos. Na prática, porém, os cuidados de saúde gratuitos são parcialmente restritos, devido ao regime propiska. Embora a Rússia tenha mais médicos, hospitais e profissionais de saúde per capita que quase qualquer outro país do mundo, desde o colapso da União Soviética, a saúde da população russa diminuiu consideravelmente, como resultado das mudanças sociais, econômicas e de estilo de vida. Essa tendência foi revertida apenas nos últimos anos, com o aumento da expectativa de vida média de 2,4 anos para os homens e 1,4 anos para as mulheres entre 09-2006.

 

Expectativa de vida

 

    Em 2009, a expectativa média de vida na Rússia era de 62,77 anos para os homens e 74,67 anos para as mulheres. O maior fator que contribui para a expectativa de vida relativamente baixa do sexo masculino é uma alta taxa de mortalidade entre os homens em idade de trabalho por causas evitáveis, como por exemplo, intoxicação por álcool, tabagismo, acidentes de trânsito e crimes violentos. Como resultado da grande diferença de gênero na expectativa de vida e por causa do efeito duradouro do grande número de vítimas na Segunda Guerra Mundial, o desequilíbrio entre os sexos permanece até hoje, havendo 0,859 homens para cada mulher.

 

Taxa de natalidade e mortalidade

    A taxa de natalidade da Rússia é maior do que a da maioria dos países europeus — 12,4 nascimentos por 1000 pessoas em 2008, em comparação com a média da União Europeia, de 9,90 por 1000,126 enquanto a taxa de mortalidade é substancialmente mais elevada. Em 2009, a taxa de mortalidade da Rússia foi de 14,2 por 1000 pessoas,  em comparação com a média de 10,28 por 1000 na UE. No entanto, em 2012, o índice de nascimentos igualou-se ao de mortes, devido ao aumento da fertilidade e da queda na mortalidade. Em 2009, a Rússia registrou a taxa de natalidade mais elevada desde o colapso da URSS: 12,4 nascimentos por 1000 habitantes. Em 1991, o número era de 12,1, e em 1983, a taxa de natalidade teve seu pico, com 17,6 nascimentos a cada 1000 habitantes.
 
 

Dados Atuais.

DENSIDADE DEMOGRÁFICA:  8,3 hab./km2

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: -0,2% ao ano (1995 a 2000).